Como se constrói uma boa empresa para se trabalhar

Há várias empresas, tanto nacionais quanto internacionais, que são vistas como melhores que outras para se trabalhar. Pense um pouco e com certeza vai lembrar alguns nomes. Elas são desejadas e seus funcionários são os principais divulgadores das vantagens de atuar nessa organização. Quero falar aqui sobre os caminhos que levam uma empresa a tornar-se esse objeto de desejo.

Em primeiro lugar, estão os valores. E como uma empresa cria esses valores? Na maioria das vezes, vem dos fundadores. É como se fosse “a cara do dono”. Então, essas crenças vão se espalhando conforme os novos funcionários vão entrando, até tornar-se o que chamamos de cultura organizacional. Quando são valores que as pessoas admiram e compartilham, isso já se torna um atrativo. A transparência nas relações com todos os stakeholders é uma atitude natural e permanente.

Outro ponto é que as boas empresas oferecem um ambiente de trabalho agradável tanto do ponto de vista físico (com móveis ergonômicos, conforto térmico) quanto emocional. Isso quer dizer que as pessoas trabalham satisfeitas, a colaboração é estimulada, as metas são viáveis e os resultados são reconhecidos publicamente. Ao lado disso, salários de acordo com as funções, com pagamentos em dia e respeito a todas as normas trabalhistas. E benefícios que foquem a saúde dos funcionários e suas famílias, incluindo também alimentação e propostas para lazer.

Nas boas empresas, o sucesso é visto como uma via de mão dupla: se a organização o tem, o profissional também. Buscar alcançar esse objetivo juntos faz com que a caminhada seja mais estimulante e recompensadora. Por isso, os gestores pensam no futuro dos funcionários, criando planos de carreira bem planejados, que permitem o crescimento individual e coletivo. Esses planos valorizam os méritos e o potencial do indivíduo, sem favorecimentos. Assim, o profissional sabe onde pode chegar na organização.

Quero deixar claro que todas essas qualidades não se aplicam apenas a grandes empresas. Há excelentes empregadores em companhias médias e pequenas. Basta o olhar do gestor sobre essas questões para dar à empresa um destaque positivo no mercado de trabalho.

Por Bernt Entschev

Funções típicas de advogados já são feitas por softwares e robôs

Robôs estão assumindo cada vez mais funções em grandes escritórios – que vivem as mesmas pressões por eficiência de qualquer negócio.
ão Paulo — Um em cada quatro empregos conhecidos hoje deverá ser substituído por softwares e robôs até 2025 — e há quem aposte numa proporção ainda maior. O fato é que a tecnologia ameaça não apenas trabalhos braçais, mecânicos e técnicos mas também profissionais de carreiras tradicionais, como medicina, jornalismo, engenharia e, agora, direito. Os robôs estão assumindo cada vez mais funções nos grandes escritórios de advocacia — que, não é de hoje, são tocados como empresas e vivem as mesmas pressões por eficiência de qualquer negócio. “Nos próximos três anos, vamos ver outro mundo jurídico”, diz Guilherme Horn, diretor executivo da consultoria Accenture.
Os softwares de última geração não só compreendem significados como também fazem correlações. Além de analisar milhões de documentos em segundos, eles sugerem decisões a ser tomadas e alertam para qualquer mudança que possa afetar o caso. É o que o “robô” Ross faz, por exemplo. Desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, com base na tecnologia de computação cognitiva Watson, da IBM, o Ross já está “trabalhando” em alguns escritórios de advocacia dos Estados Unidos. Outro exemplo é o Luminance, criado na Universidade de Cambridge, no Reino Unido, que promete acelerar o processo de auditoria em fusões e aquisições — quando um time completo de advogados analisa centenas de documentos complexos sobre uma empresa a ser comprada para determinar a viabilidade do negócio. Outras iniciativas, que vão de softwares de gestão de processos a plataformas virtuais de documentos e serviços ao consumidor, também estão ganhando espaço.

A possibilidade de redução de custo, obviamente, é um dos principais atrativos — no Brasil, as empresas gastam, em média, 2% de seu faturamento com litígios. Foi nesse ambiente que, em 2013, foi criada a Finch Soluções, como braço de um dos maiores escritórios do país, o JBM & Mandaliti, do interior paulista. A necessidade de automatizar procedimentos e reduzir despesas fez com que as áreas de suporte e tecnologia se unissem para desenvolver softwares que fazem em segundos o trabalho que dezenas de advogados demorariam meses — e analisa até mesmo o histórico de decisões de determinado juiz e a chance de sucesso de cada causa. O negócio deu tão certo que, em 2014, a Finch se mudou para São Paulo e começou a atuar de forma independente. “Não queremos substituir o advogado, mas dar ferramentas a ele para não perder tempo e ter o máximo de dados qualificados para tomar decisões”, diz Renato Mandaliti, um dos fundadores da Finch, que faturou cerca de 50 milhões de reais em 2016.

Assim como a Finch, outras companhias se apropriaram da tecnologia para atacar ineficiências na área jurídica. A paulista Looplex, por exemplo, padroniza e consegue diminuir para 5 mi-nu–tos a criação de uma peça jurídica de dezenas de páginas que levaria de 2 a 3 horas. A também paulista Justto faz a intermediação de impasses — casos de defesa do consumidor, por exemplo — sem que tenham de passar pela Justiça. A baiana JusBrasil, primeira startup brasileira a receber investimento de fundos, conta com um banco de dados de processos na Justiça e seu site recebe mais de 20 milhões de visitas por mês. Os aportes, que somam 10 milhões de reais de fundos como o brasileiro Monashees e o americano Founders Fund, do Vale do Silício, ajudarão a expandir o serviço de informação e busca por advogados. “Ajudamos as pessoas a encontrar um advogado, e isso chamou a atenção dos investidores”, diz Luiz Paulo Pinho, um dos fundadores da startup.

A eficiência dos robôs também tem seu preço. A contratação de assistentes virtuais mais sofisticados ultrapassa a casa do 1 milhão de reais por ano. Mas, como em outros setores, a expectativa dos empresários é que a inteligência artificial fique cada vez mais barata; e os serviços, mais acessíveis. Um mundo em que ninguém precisará se deslocar para participar de uma audiência ou para assinar documentos no cartório está mais próximo? Certamente vai levar muito tempo até que nossos abarrotados e caretas tribunais sejam transformados pela tecnologia. Mas a pressão por mais eficiência é real. O Instituto de Direito Público de São Paulo acaba de lançar o curso de extensão em ciência de dados aplicada ao direito para ensinar noções básicas de análise de dados aos advogados. “A carreira de analista e estrategista de dados deve ganhar muita relevância no meio jurídico”, diz Alexandre Zavaglia Coelho, coordenador do curso. Assim como os médicos estão se valendo de tecnologia para melhorar a qualidade de seu trabalho, os advogados também podem usar os novos serviços a seu favor — o robô, afinal, está vindo para ficar.
Fonte:Exame

Visita produtiva ao Hospital João de Freitas em Arapongas

João Alberto Graça - João Graça

Esta semana fiz uma visita ao Hospital João de Freitas em Arapongas onde oferecemos nosso apoio aos projetos de expansão do Hospital em Arapongas buscando apoios nas cidades de Brasília e Curitiba onde atuamos.
Lembramos que fui o advogado responsável por atuar junto ao Ministério da Saúde na liberação das primeiras AIHS – Autorização de Internamento Hospitalar em 1993.
Nosso hospital tem uma importância regional além de ser referência nacional.
Clique aqui para abrir o link no Facebook

Rua Sabiá-Castanho ganha sinalização

Após o término da pavimentação asfáltica, ligação da rede de águas pluviais e construção do meio fio na rua Sabiá-Castanho, que dá acesso ao Residencial Piacenza, através da Secretaria de Obras, se deu início na tarde de ontem(09/02), as pinturas das faixas de sinalização, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Pública e Trânsito(SESTRAN).

A rua sábia-castanho era um anseio antigo dos moradores daquela região que sofriam com a falta de asfalto. Além dos motoristas, os pedestres encontravam dificuldades durante o tráfego.

Para o prefeito Sergio Onofre, e seu vice, Jair Milani, este é um compromisso realizado logo no início da gestão. ” Todos estamos satisfeitos com o término da obra da rua Sabiá-Castanho. Com todos empenhados, entregamos a obra em pouco mais de três semanas”, finalizou o prefeito.
Fonte:Assessoria Prefeitura Arapongas

“Prefeitura em Ação” leva serviços para população da Zona Sul

Foi realizado na quinta-feira (09) a primeira etapa do projeto “Prefeitura em Ação”, que levou atendimento de diversas secretarias municipais para os Conjuntos Palmares e Padre Bernardo Merkel e os Jardins São Bento e Alto da Boa Vista, localizados na Zona Sul de Arapongas.

A ação durou o dia todo e foi conduzida pelo prefeito Sergio Onofre, que junto com as equipes levou atendimento na porta das casas, visitando famílias e identificando os problemas da cidade. Foram feitos quase mil atendimentos que serão repassados às secretarias responsáveis.

Foram ainda recolhidos aproximadamente 30 toneladas de entulhos e materiais inservíveis, como móveis, aparelhos domésticos e similares. Conforme os organizadores, este trabalho de recolhimento prossegue nesta sexta-feira (10), se estendendo para bairros vizinhos como o Piacenza, Arapongas III e Jardim Planalto.

O prefeito avaliou positivamente a ação, destacando a importância deste trabalho que brevemente será levado para outras regiões da cidade. “É com satisfação que colhemos os resultados altamente positivos nesta primeira edição do projeto e em breve estaremos anunciando sua próxima etapa, que vai seguir os mesmos moldes de administrar onde o povo está”, finalizou.
Fonte: TNONLINE.com.br

Arapongas vai construir UBS no San Raphael II

A prefeitura de Arapongas anunciou ontem que está iniciando os preparativos para a construção de uma Unidade Básica de Saúde no Jardim San Raphael II. Segundo o prefeito Sérgio Onofre, atualmente o processo está em fase de elaboração do edital de licitação, que deverá ser publicado nos próximos dias.

A UBS será construída em um terreno localizado na Rua Maritaca Roxa e, quando concluída, vai contar com 378,63 metros quadrados de área física, composta por cinco consultórios médicos, salas de curativo, inalação, imunização e aplicação de medicamentos, entre outros.

O valor da obra está orçado em R$ 949.261,16, proveniente de convênio entre o município e o Ministério da Saúde. Durante o anúncio do benefício, o prefeito Sergio Onofre destacou a relevância da construção desta UBS na região do San Raphael II.

“A região conta com alta densidade populacional e exige investimentos constantes para fazer frente a demanda de atendimento e é com satisfação que anunciamos este importante benefício, que deverá ser entregue no mais tardar em outubro deste ano”, anunciou o prefeito. A previsão de término após o início da obra é de seis meses.

Consumidor pode pedir a restituição do ICMS sobre energia não utilizada

Um dos novos temas da Pesquisa Pronta do sítio do Superior Tribunal de Justiça (STJ) apresenta o entendimento do tribunal nos casos de legitimidade do consumidor para pleitear repetição de indébito (impostos não devidos que foram pagos) na hipótese de cobrança de ICMS sobre demanda de energia elétrica contratada e não utilizada.

Segundo o entendimento dos ministros, o consumidor tem legitimidade ativa para buscar o ressarcimento de impostos pagos que não eram devidos. Em relação ao fornecimento de energia elétrica, diversos consumidores questionam, principalmente, os valores pagos a título de “Encargo de Capacidade Emergencial”, instituído pela Lei 10.438/02.

Muitos casos chegam ao STJ com decisões de primeira e segunda instâncias não reconhecendo o direito do consumidor de ingressar com esse tipo de demanda, ou seja, a ação é trancada antes mesmo do julgamento do mérito.

Além de reconhecer o direito do consumidor e da possibilidade de pleitear a repetição de indébito, o usuário pode questionar “qualquer outro tipo de ação contra o Poder Público de cunho declaratório, constitutivo, condenatório ou mandamental, objetivando tutela preventiva ou repressiva, que vise a afastar a incidência ou repetir tributo que entenda indevido”.

Vale lembrar que o reconhecimento do direito é apenas quanto à possibilidade de questionar a cobrança de impostos. O entendimento do STJ não implica direito automático ao ressarcimento, apenas firma a capacidade de ingressar com a ação.

Ferramenta

A Pesquisa Pronta é uma ferramenta on-line do STJ criada para facilitar o trabalho de quem deseja conhecer o entendimento dos ministros em julgamentos semelhantes. A ferramenta oferece consultas a pesquisas prontamente disponíveis sobre temas jurídicos relevantes, bem como a acórdãos com julgamento de casos notórios.

Embora os parâmetros de pesquisa sejam predefinidos, a busca dos documentos é feita em tempo real, o que possibilita que os resultados fornecidos estejam sempre atualizados.

A Pesquisa Pronta está permanentemente disponível no portal do STJ. Basta acessar Jurisprudência > Pesquisa Pronta, na página inicial do site, no menu principal de navegação.

Fonte: STJ

João Alberto Graça – Currículo Lattes

João Alberto Graça

Possui graduação em Direito pela Universidade Estadual de Londrina (1992). Atualmente é fundador e diretor presidente – Graça Advogados Associados S.C, advogado – Instituição Filantrópica Casa do Bom Menino, advogado – Programa O Brasileirinho, conselheiro do Instituto Haggai, presidente do Instituto Paranaense de Relações Internacionais e fundador/ presidente – Instituição Manuel da Graça. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Administrativo, Tributário, Empresarial, Cível e Comercial.

Continue lendo “João Alberto Graça – Currículo Lattes”